Rótulos de alimentos terão alerta para alérgicos

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tomou uma decisão importante nesta semana: todos os rótulos de alimentos terão que informar a presença dos ingredientes que contêm algum tipo de substância que pode afetar os alérgicos, a exemplo de diversos países da Europa.

A norma entrará em vigor dentro de um ano, que é o tempo necessário para as empresas se adaptares à nova regra. Outra determinação da Anvisa é que os ingredientes sejam descritos no rótulo de forma compreensível, e não por meio de letrinhas miúdas.

Para tornar a medida mais efetiva, as substâncias descritas terão que ter os nomes comuns, conhecidos da maioria da população, e não nomes científicos, que podem gerar confusão.

Um dos pontos interessantes dessa decisão é que ela foi influenciada pela pressão de algumas mães de crianças alérgicas, que criaram um movimento chamado ‘’põe no rótulo’’. A ação, portanto, mostra que em questões de saúde a união da sociedade também pode gerar bons frutos.

Os alérgenos são substâncias presentes em animais ou plantas que provocam reação exagerada do sistema imunológico. Veja abaixo alguns dos principais alimentos que têm alérgenos e uma breve descrição de cada um deles.

Glúten:  é uma proteína presente no trigo, no centeio, no malte e em alguns cereais. É tóxico para quem é alérgico, podendo provocar danos ao intestino.

Leite: nas proteínas do leite existem 30 tipos de alergênicos que podem causar problemas ao sistema imunológico.

Peixe: o peixe geralmente é associado à saúde, mas, quando contaminado por bactérias, representa um risco ao organismo.

Soja: a soja é outro dos alimentos que fazem um bem danado ao organismo. Porém, em pessoas alérgicas, que geralmente são crianças e adolescentes, ela pode provocar cólicas e sangue nas fezes.

Ovos: A alergia ao ovo é classifica de duas formas: a imediata e a tardia. A primeira ocorro quatro horas após a ingestão do ovo; a segunda, em um tempo maior.

Outros alérgenos: nozes, amendoim, amêndoa, avelã, castanha de caju, crustáceos, látex natural, pistaches e pecã.

Veja também: Alergias aumentam com a chegada do inverno

 

As doenças mais comuns no inverno

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Faltam menos de 10 dias para o inverno chegar, mas quem mora em Curitiba ou em regiões mais frias já consegue senti-lo no ar. As frentes frias, típicas da estação, são um prato cheio para algumas doenças, principalmente aquelas que afetam o sistema respiratório.

Veja abaixo a lista de doenças mais comuns no inverno.

Rinite alérgica

Ocorre geralmente por causa do contato com cheiros fortes, a exemplo de produtos químicos. Mofo, poeira e fumaça de cigarro também podem desencadear a rinite. Entre os sintomas, espirros e coriza no nariz.

Asma

A asma é uma doença inflamatória das vias respiratórias. Essa inflamação dificulta a passagem do ar e causa obstrução. Os principais sintomas são a falta de ar e a tosse, que na maioria das vezes é uma tosse seca.

Bronquite

A bronquite é uma reação inflamatória dos brônquios, que acaba por impedir que o ar chegue até os pulmões. Entre os sintomas, chiado, tosse e catarro.

Faringite

A faringite é uma inflamação da faringe. Um dos principais sintomas é sentir a garganta arranhada. É possível, também, que exista dificuldade para engolir.

Gripe

A gripe, uma das mais conhecidas e presentes durante o inverno, é causada por um vírus chamado Influenza. Para não contraí-la, ou pelo menos tentar, é recomendado evitar aglomerações.

Sinusite

A sinusite é uma inflamação das vias respiratórias superiores, nos seios da face: cavidades no interior dos ossos, ao redor do nariz, maçã do rosto e olhos. Surge após gripes ou crises alérgicas, que favorecem o acúmulo de muco.

Como se proteger das doenças de inverno

Tome bastante líquido.

Evite fumar ou ficar perto de pessoas que fumam.

Se fizer sol, coloque seus cobertores, travesseiros e tapetes no sol. Isso tira deles os ácaros.

Evite aglomerações. Mas, caso esteja em um ônibus, por exemplo, abra as janelas.

Sempre que possível, limpe os olhos e as narinas com soro fisiológico

Caso você esteja com gripe, use papel descartável para assoar o nariz e espirrar.

As 5 doenças que mais afetam as mulheres

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O Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, comemorado no final do mês de março, relembrou a importância da saúde do sexo feminino. Por isso, nesta semana o blog da Clinipam preparou uma lista de algumas doenças que mais acometem as mulheres. É uma forma de você, mulher, se prevenir com mais afinco delas.

No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população é formada por mulheres. Até 2030, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de um bilhão de mulheres vão ter entre 40 e 65 anos em todo o mundo.

Quando procurar a emergência?

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As filas para atendimento em locais de urgência ou emergência são um “problema nacional”. A todo o momento os jornais exibem reportagens sobre o assunto na TV, mostrando como é sofrida a vida de um paciente que fica aguardando atendimento, seja em instituições privadas ou públicas.

E realmente é. Esperar, em qualquer situação, causa desconforto, principalmente se existir algum problema de saúde. A questão é que boa parte dos pacientes que procuram a emergência não precisam realmente desse tipo de atendimento, o que acaba prejudicando quem realmente necessita de assistência médica rápida.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE), 60% dos casos que chegam à emergência poderiam ser resolvidos em consultas de rotina.

Para tentar evitar as filas desnecessárias, neste inverno, a Clinipam orienta seus beneficiários a procurarem preferencialmente o atendimento nas Unidades Eletivas da Clinipam.

Os beneficiários podem ir a qualquer uma das unidades – Cabral, Pinheirinho, Boqueirão, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo, por exemplo – e procurarem pelo pronto atendimento em clínica médica. Neste caso, atendimento é por ordem chegada.  Isso, além de evitar horas de espera, dá mais segurança à saúde do cliente, ao evitar que ele tenha contato com doenças ou situações mais graves.

Quais são os casos de emergência e quais não são?

Casos de urgência e emergência

Os casos de emergência são aqueles em que existe ameaça à vida, lesão permanente ou sofrimento intenso, que exigem atendimento médico imediato. Exemplos são hemorragias, infartos ou paradas cardiorrespiratórias.

Já os casos com urgência são aqueles que requerem assistência rápida, como dores fortes e súbitas no peito e ferimentos decorridos de um acidente.

Casos que não são urgentes

Os casos de resfriados, infecções leves na garganta, febres, dores suaves na cabeça ou até vômitos (não frequentes) não precisam de atendimento na urgência. Basta fazer procurar o agendamento online, entrar em contato pelo telefone 3021-3001, ou o pronto atendimento nas demais unidades.

É importante, no entanto, ficar atento aos sintomas.  Se o quadro se intensificar, pode ser que seja necessária a ida até a emergência. Cabe ao paciente fazer essa análise.

 Veja também: Clinipam, campeã do segmento de saúde