Ablutofobia: o medo de tomar banho

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Quem nunca ouviu falar do Cascão, personagem que morre de medo de tomar banho? É incomum pensarmos que isso possa ser verdade, mas a ablutofobia existe, sim. No blog da Clinipam você vai conhecer um pouco mais sobre essa fobia, que parece tão estranha.

A ablutofobia deriva da palavra latina “ablutere”, que significa “para lavar”. Por definição, é um medo patológico, ou seja, persistente, anormal e injustificado, de se lavar, tomar banho ou mesmo de limpeza. Há alguns anos atrás, ligava-se a fobia a um sintoma ligado à adolescência. Pertence ao gênero das fobias conhecidas como específicas e situacionais e é mais comum em crianças e em mulheres.

O medo ou a falta de vontade de tomar banho é quase natural por parte das crianças, por isso, a dificuldade de um diagnóstico. Portanto, é importante observar se o medo persiste por mais de seis meses. Essa fobia pode se manifestar de diferentes maneiras, que vão desde o medo persistente ao chuveiro e/ou banho, bem como como tudo que é relacionado com a limpeza, incluindo qualquer lavagem.

Assim como em outras fobias, as causas da ablutofobia geralmente estão relacionadas com algum evento traumático ocorrido em tempos passados, principalmente na infância. A fobia também pode se desenvolver a partir de medos experimentados por outras pessoas, seja um membro da família ou alguém próximo, cujas reações acabam por ser internalizadas pela criança. Outra possível causa é o mau hábito na infância, já que os pequenos tentam evitar a hora do banho; e essas atitudes podem ser transportadas para a vida adulta.

O que é medo e o que é fobia?

Como as causas são variadas, é importante identificar o que pode ter desencadeado o problema. O tratamento da ablutofobia é parecido com o de outras fobias, ou seja, deve-se procurar ajuda médica e iniciar uma terapia cognitivo-comportamental. Nela, você vai examinar seu medo e substituir pensamentos negativos por positivos na busca por superar a fobia.

Veja como tratar as fobias!