Cortar o cordão umbilical mais tarde traz benefícios

Cortar o cordão umbilical mais tarde traz benefícios

Um estudo publicado no Banco de Dados Cochrane de Revisões Sistemáticas, entidade internacional que divulga informações sobre intervenções na área de saúde, mostra que cortar o cordão umbilical pelo menos um minuto após o parto pode trazer benefícios ao bebê.

Segundo a pesquisa, a demora no corte do cordão umbilical – que deve ser de 1 a 3 minutos – aumenta o estoque de ferro na criança e o nível de hemoglobina, proteína globular que tem como função absorver e transportar o sangue.

Cinco fatos curiosos sobre a gestação

gravidaO período de gravidez é um momento de dedicação, superação e, por vezes, desconfortos, mas também é cheio de alegrias e curiosidades. Separamos alguns fatos que talvez você não soubesse que existiam. Vamos lá?

Papai grávido

Você sabia que é comum os futuros papais sentirem os mesmos sintomas que as futuras mamães? Sim, muitos deles têm enjoo, desejos de comer muito, dores nas costas e até cansaço.

Curiosidades Gravidez

A gravidez é uma fase cheia de descobertas e curiosidades que facilmente podem nos surpreender. Confira algumas características bastante comuns:

1) As contrações não terminam após o parto. É comum que durante alguns dias a mulher volte a sentir dores. Isso acontece porque a área onde a placenta esteve presa precisa ser cicatrizada. Essa dor será sentida principalmente durante a amamentação, devido ao estímulo dos mamilos causarem contrações uterinas. Apesar de doloroso, isso ajuda a mulher a se curar mais rápido.

2) Dentro do útero os bebês são capazes de fazer coisas surpreendentes, como chupar os dedos, soluçar, bocejar, girar sobre si e até mesmo sonhar.

3) Os odores são percebidos de maneira muito mais intensa pelas grávidas, pois a circulação sanguínea fica mais intensa. Isso explica a sensação de enjoo com determinadas comidas e perfumes e é tido como um mecanismo de defesa.

4) Estresse excessivo da mãe na gravidez ou experiências muito intensas podem prejudicar o bebê, que pode ter déficit de atenção, inquietude ou ansiedade.

5) É comum vazar um líquido amarelado dos seios durante a gravidez chamado colostro. Ele é o primeiro “leite” que as mamas produzem antes do leite materno em si.

Gravidez: Alimentos Essenciais

A gravidez é um período que exige muito cuidado com a alimentação, visto que o reflexo do que as mães comem podem influenciar na vida toda da criança. Por isso, a Clinipam separou alguns alimentos que são muito importantes para o bom desenvolvimento e saúde do feto.

Ômega 3: Estudos comprovam que dietas que incluem ômega 3 durante a gravidez permitem aos filhos uma maior coordenação motora e capacidade de aprendizado, já que há nelas uma grande contribuição para a formação do sistema nervoso. Alimentos Ricos em ômega 3: sementes, nozes, castanhas e alguns peixes (salmão, sardinha..)

Leites e derivados: Por serem relacionados com a formação dos ossos e dentes do bebê, é indicado que a gestante ingira de 3 a 4 copos de leite por dia, sendo desnatado ou integral. Couve, agrião, brócolis, mostarda, feijão e produtos à base de soja também são ricos em cálcio.

Ácido fólico: Além de serem fontes de cálcio, alimentos como couve e brócolis também são fontes de ácido fólico, um tipo essencial de vitamina B que não é produzido pelo organismo e por isso deve ser ingerido. Encontrado também em frutas como laranja, morango e banana, o ácido fólico auxilia na melhor formação neurológica.

Proteínas: Responsáveis pela produção das células e dos tecidos novos da mãe e do bebê, proteínas como as da carne e ovos são muito importantes na dieta das grávidas. Para as mães vegetarianas ou veganas é recomendada a suplementação de vitamina B12.

Carboidratos: As calorias oferecidas pelos carboidratos são importantes para serem usados como fontes de energia durante a gestação. Caso contrário, essas fontes serão providas das proteínas, o que pode diminuir o impacto maior que elas teriam no organismo. Alimentos integrais como pães, arroz e cereais são mais indicados, além de garantirem o melhor funcionamento do intestino.

Parto natural ou cesárea? Mães compartilham suas experiências

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Desde sua difusão, há algumas décadas, como alternativa de um parto sem dor, médicos alertam para os riscos que a cesariana pode causar para a saúde do bebê,.

Diversos estudos apontam que crianças nascidas assim têm uma flora intestinal diferente, e menos resistente, daquelas nascidas de parto normal. De acordo com pesquisa da Universidade de Copenhague, isso acontece porque os bebês nascidos de cesárea desenvolvem um menor número de células responsáveis pelo fortalecimento do sistema imunológico.

A primeira exposição a microrganismos parece ser crucial para as células reguladoras do sistema imunológico do novo ser; e o tipo de parte contribui fortemente para isso.

Segundo a pesquisa, os bebês nascidos de parto normal são expostos a mais bactérias da mãe, fazendo com que o sistema imunológico do recém-nascido aprenda a distinguir entre suas próprias moléculas e outras estranhas. Isso o tornaria mais resistente e saudável.

Experiências compartilhadas

Perguntamos em nossa página no Facebook se nossas fãs teriam experiências para compartilhar sobre o seu tipo de parto e uma possível relação entre ele e a saúde do seu filho. A pergunta foi aberta e não mencionava especificamente a saúde intestinal das crianças, assim as mamães responderam de forma bem ampla. Confira suas experiências compartilhadas para a pergunta: “Mamães, vocês acreditam que o parto normal ou cesárea influenciou de alguma forma a saúde dos seus bebês?”

Tali Gomes De forma alguma. Minha BB nasceu cesárea, 37 semanas e com 4.100kg. É perfeita, saudável e minha recuperação super tranqüila! Faria tudo de novo!

Marisa Freitas Tive três cesariana e foi tudo perfeito meus filhos são perfeitos e quero mais um chega parto p laquiadura 🙂

Silvana Amauri Licheski O meu filho tbm foi cesariana e ele é bem saudável não fica doente temos planos mas e difícil usar

Rosi Ramos Duarte A minha nasceu de cesárea e nunca teve nenhum problema de saúde grave.

Exercícios físicos durante a gravidez

exercicios-gravidezA gravidez é um período lindo, mas repleto de dúvidas. Muitas mamães (e não só as de primeira viagem) têm muitas dúvidas acerca do que podem ou não fazer. E a prática de exercícios físicos durante a gravidez está entre elas.

A resposta é sim. Aliás, exercícios físicos não só podem ser realizados durante a gestação como são essenciais para o bem-estar gestacional. Dentre os benefícios resultantes da prática, podemos citar o controle de peso da mãe, a redução de riscos obstétricos, a manutenção do condicionamento físico e a diminuição de males como o estresse e a depressão.

Amamentação, cuidado essencial para a criança

amamentacaoMães de primeira viagem estão repletas de dúvidas, e algumas delas causam até mesmo certo nervosismo, né? Mas não se aflijam. Vocês estão prestes a embarcar em uma jornada deliciosa e recompensadora, ainda que exija bastante cuidado.

Para ajudá-las neste momento tão especial que antecede o parto, confira as principais dúvidas sobre amamentação, um dos elos mais importantes entre as mães e seus filhos.

Alimentos que as crianças não podem comer antes do primeiro ano

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Até os seis meses de vida, o leite materno é suficiente para a criança. A partir dessa idade, no entanto, os pequenos precisam de outros nutrientes.  É nessa hora que é recomendada a inclusão de vegetais, cereais e leguminosas na alimentação.  Mas alguns alimentos não devem ser ingeridos pelos bebês. São aqueles que podem provocar alergia ou contaminação.

Veja abaixo a lista de alimentos que as crianças não devem comer antes do primeiro ano de vida:

Refrigerante

O refrigerante é rico em açúcar, o que pode fazer mal à criança. Além disso, um estudo médico que avaliou o comportamento de crianças logo após beberem refrigerante mostraram que o consumo pode afetar a concentração das mesmas.

Chocolate

O chocolate, além de muita açúcar, tem excesso de cafeína e gordura. Além de poder gerar problemas de saúde, provoca o aumento do colesterol das crianças.

Mel

O mel, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), não deve ser consumido por crianças com menos de 12 meses de vida. Isso porque nele há uma bactéria que pode causar botulismo intestinal. É só a partir do primeiro ano que criamos resistência a essa bactéria.

Açúcar refinado

Além de aumentar a concentração de insulina no sangue, a açúcar refinada também eleva a quantidade de adrenalina, o que pode causar ansiedade e excitação. As crianças costumam, também, criar dificuldade de atenção.

Frutos do mar e oleaginosas

Camarões, peixes, ostras e outros frutos do mar, assim como amendoins, avelãs e outras oleaginosas podem provocar alergia. Como a criança ainda está em processo de formação, não é recomendado dar esses alimentos para elas.

Veja também: Cuidados das mamães nas praias

Cuidados das mamães na praia

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O Verão começa, oficialmente, no próximo dia 21, mas o calor já toma conta de grande parte do Brasil nesse final de primavera.

É chegada a hora de se preparar para curtir um pouquinho da brisa oceânica, admirar a imensidão do mar, andar pela areia fofa e molhar os pés na água salgada.

Mas as mamães gestantes devem tomar alguns cuidados especiais na hora de desfrutar das praias, especialmente na hora do banho de mar ou de piscina.

Os cuidados das mamães na praia

É importante esclarecer que as mamães podem tomar banho de água na praia durante toda a gestação, sem problemas. Mas é preferível que o façam sempre acompanhadas, já que o momento do parto se aproxima e os cuidados devem ser redobrados.

Quanto às ondas do mar, basta ter bom senso. As de leve intensidade, quando atingem a barriga, não ocasionam absolutamente nenhum problema. Já as de grande intensidade podem, em raríssimos casos, deslocar a placenta ou, até mesmo, iniciar um trabalho de parto. Uma em relação às ondas é se virar de costas quando elas chegarem perto.

Outros cuidados fazem parte da rotina de todo mundo que pretende aproveitar o mar com segurança: usar protetor solar e não pegar sol no período entre 11h e 16h, usar chapéus e se hidratar constantemente.

Além disso, voltando aos cuidados mais exclusivos das gestantes: não ficar mais de duas horas na praia ou na piscina para evitar a queda de pressão, nadar apenas em profundidades que dão pé, não permanecer muito tempo com o maiô úmido e andar sempre acompanhada.

O sol, o calor e um belo descanso à beira mar são saudáveis e fazem bem, mas apenas na medida certa e com os devidos cuidados tomados!

A futura mamãe também deve ficar atenta ao biquíni. Procure não ficar por muito tempo com ele molhado. A umidade na região íntima pode gerar infecções vaginais.

Outro cuidado que as mães precisam ter na praia é com relação à comida. Procure não se alimentar em barracas próximas e à beira da praia. Durante a gravidez, é muito importante saber a procedência da comida e ter uma dieta balanceada. Por isso, nada de frituras também, ok?

Mães também devem se preocupar com a qualidade da água no mar. Em épocas de temporada, é comum a proliferação de doenças infecciosas e isso pode afetar o bebe.

A hidratação também é um ponto a ser considerado, principalmente pelas mamães. Tome muito líquido, seja por meio da água ou pelo consumo de frutas e legumes que a tenham.

Para as futuras mamães (e também para as veteranas) e seus bebês, a Clinipam deseja um ótimo verão repleto de saúde, cuidado e bem-estar!

Veja também: Dicas para as grávidas – como dormir melhor

Como planejar uma gravidez saudável?

gravidez

Ter um filho é um dos momentos mais felizes na vida de um casal. Mas, antes de realizar esse sonho, é preciso planejar a gravidez.

Casal

O primeiro passo para planejar uma gravidez é a conversa. Deve existir diálogo entre o casal. Ambos querem ter um filho? A relação está estruturada emocionalmente? Uma criança precisa viver em um local harmonioso e cheio de paz, pois isso é positivo para a sua formação como pessoa.

Financeiro

O segundo passo para se planejar a chegada de um bebê tem a ver com o bolso. Quem tem uma criança sabe que os gastos financeiros são altos. De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), o valor gasto com um filho até os 23 anos é de R$ 2 milhões. Por isso, na hora de planejar a gravidez, é essencial pensar nesse quesito.