Cigarro eletrônico x cigarro comum

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Como bem sabemos, o cigarro é um dos grandes problemas com os quais a sociedade atual precisa lidar, uma vez que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), fumar pode matar até 50% do total de tabagistas em todo o mundo, que já chega ao impressionante número de um bilhão.

Tendo isso em vista, a bilionária indústria do cigarro tem procurado opções que substituam o cigarro regular e ofereçam menos malefícios aos usuários. Eis que surge, então, o controverso cigarro eletrônico, quem tem dado, e muito, o que falar nos últimos tempos.

Já a venda em sete países (o Brasil não é um deles), o cigarro eletrônico consiste em um cigarro sem fumo. Ou seja, um cigarro que oferece nicotina ao fumante, mas não possui tabaco em sua composição. Dentro dele, na verdade, há um líquido feito de nicotina pura. Quando o cigarro é ‘tragado’, um dispositivo aquece a solução, que se transforma em vapor.

Em contrapartida, mesmo sendo constituído apenas por água e nicotina, o cigarro eletrônico pode ser tão perigoso, se não até mais do que o cigarro comum. Isso porque este apresenta o maléfico tabaco, mas aquele, embora não o apresente, possui uma quantidade 20 vezes maior de tabaco. O que, obviamente, pode viciar ainda mais o usuário e trazer grandes riscos à saúde.

A moda do cigarro eletrônico tem começado a se espalhar, especialmente na China, onde 300 mil unidades já foram vendidas, segundo reportagem da SuperInteressante. Porém, fica o aviso de que diversos estudos ainda não apontam o cigarro eletrônico como um substituto saudável do cigarro comum. Ao que tudo indica, portanto, é que fumar continua sendo uma prática arriscada e prejudicial à saúde.