Como está sua autoestima?

autoestimaComo anda a sua autoestima? Você gosta de você mesmo? Se você tem dúvidas sobre este assunto ou não sabe o que fazer para melhorar a autoestima, o post de hoje vai te ajudar.

O que é exatamente autoestima?

A autoestima é a forma como nos vemos, é o julgamento que fazemos sobre nós mesmos, de nossas capacidades, habilidades, qualidades, defeitos, fragilidades e aparência. É o que conseguimos enxergar de nós e o que achamos disso que enxergamos.

Quais são os sintomas da baixa autoestima?

Em geral, as pessoas com baixa autoestima sentem-se desencorajadas e incapazes de atingir seus objetivos. Apresentam dificuldades nos relacionamentos interpessoais, já que não têm amor próprio bem desenvolvido. Sendo assim, elas dificilmente conseguem perceber o amor do outro e acham que não são merecedoras desse amor.

Quem tem baixo autoestima também apresenta dificuldade em se posicionar em relação ao outro, de ser assertivo (capaz de dizer o que gosta e o que não gosta, o que quer e o que não quer).

A baixo autoestima deixa a pessoa com dificuldade de resolver problemas. Insegurança, inadequação, perfeccionismo, dúvidas constantes, falta de autoconfiança e auto-aceitação, necessidade de agradar e de aprovação alheia, inferioridade e falta de valor são sentimentos comuns entre as pessoas com autoestima baixa.

Como identificar uma pessoa com baixa autoestima?

Pessoas com baixa autoestima tendem a ser pouco criativas, apresentam dificuldade para tomar iniciativas, são poucos assertivas, não se sentem amadas, não se sentem livres. Podem se sentir ansiosas, inseguras e desamparadas.

Baixa autoestima tem tratamento?

Sim, tratamento para baixa autoestima existe. Todos nós temos a capacidade de desenvolver positivamente a autoestima.

Como funciona o tratamento para baixa autoestima?

Existem alguns caminhos que ajudam a melhorar a autoestima. O processo terapêutico visa promover autoconhecimento, que faz com a pessoa consiga entender como seu comportamento afeta o ambiente ao seu redor e como esse ambiente interfere em sua vida.

A terapia para aumentar a autoestima pode auxiliar o indivíduo a desenvolver novos comportamentos e novas relações. Através do autoconhecimento a pessoa aprende a discriminar o que lhe traz satisfação e bem-estar e o que lhe causa sofrimento. O que é bom e o que é ruim. Aprende a identificar suas qualidades, potencializando-as e utilizando-as da melhor forma.

A autoestima é formada na infância?

As experiências de vida, principalmente àquelas vividas na infância, têm forte influência na autoestima. A criança que é reforçada (recebe atenção, amor e respeito) em seus comportamentos adequados e é orientada em seus comportamento inadequados tende a desenvolver uma autoetima positiva. Já aquela que vive em um ambiente coercitivo, punitivo, de críticas constantes, tende a desenvolver uma baixa autoestima.

Baixa autoestima é um tipo de depressão?

A baixa autoestima não é um tipo de depressão. Ela pode ser um fator que desencadeia a depressão e/ou um fator que mantém a depressão e/ou uma consequência da depressão. Qualquer pessoa pode ou não ter uma crise de depressão, mesmo tendo uma boa autoestima. No entanto, a pessoa que está com depressão, não está com sua autoestima boa, já que geralmente ela se avalia como inadequada, incapaz, inútil, vê um futuro ausente de expectativas e tende a ter um padrão comportamental com poucas atividades, com poucos cuidados, com poucos prazeres.

Além do tratamento terapêutico, existe tratamento médico também?

O tramento para elevar a baixa autoestima também pode ser com fármaco, caso a baixa autoestima esteja associada a outro transtorno.

Dicas para melhorar a autoestima:

1. Procurar ter um autoconhecimento de padrões comportamentais dentro do contexto social.

2. Discriminar o que lhe é bom e satisfatório, reconhecendo as próprias qualidades e potencializando-as.

3. Aprender a elogiar-se e receber elogios.

4. Flexibilizar a exigência e o perfeccionismo e entender que temos o direito de errar e aprender com os erros.

5. Desenvolver a assertividade para defender o que se quer, dizer sim quando assim o for, e dizer não quando necessário.

6. Selecionar ambientes menos punitivos, ambientes de apoio e procurar se sentir amado, livre, podeno criar e provar coisas novas.

7. Viver com menos regras e sofrimentos.