Como tratar a síndrome do pânico

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Medo. Desespero. Insegurança. Esses são apenas alguns dos sintomas com as quais uma pessoa que sofre de síndrome do pânico precisa lidar em meio a uma crise. Além disso, o indivíduo também sente o ar desaparecer, o coração acelerar e um mal-estar generalizado que se espalha pelo corpo, criando uma sensação agoniante de que a pessoa pode morrer a qualquer momento.

A condição é de duas a quatro vezes mais frequente nas mulheres do que nos homens e ainda possui causas desconhecidas. Porém, acredita-se que esteja ligada a fatores genéticos e à ansiedade patológica, que é descrita pelos psicólogos como um estado emocional natural. No entanto, tal ansiedade torna-se um problema quando, na tentativa de controlar os planos futuros, o indivíduo prejudica a si mesmo por meio de um sofrimento excessivo. A preocupação exacerbada, então, resulta em crises.

E a preocupação é algo extremamente difícil de lidar para a pessoa com síndrome do pânico. Isso porque, por não saber quando a próxima crise acontecerá, ela fica estressada e insegura.

A doença, geralmente, aparece no começo da fase adulta, antes dos 25 anos, mas também pode surgir, mais raramente, depois dos 30. Para identificar o problema, são necessários exames físicos e psiquiátricos. Já para tratá-la, só por meio de uma combinação de medicamentos e terapia. Mas antes de buscar qualquer coisa, consulte um médico e deixe-o lhe indicar a melhor forma de melhora.