Conheça algumas síndromes curiosas

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Elas são pouco comentadas por aí. Aliás, algumas delas nem parecem verdade e, por isso, são ignoradas ou encaradas como piadas. Porém, as síndromes curiosas são pura realidade. Uma realidade que poucos enfrentam, é verdade, mas elas estão lá. E conhecer um pouco mais sobre algumas delas nos ajuda a compreender e avaliar tais condições de forma mais crítica e séria. Portanto, separamos algumas delas para você. Olha só!

1Síndrome de Cotard: as pessoas que sofrem deste mal podem ser definidas por uma palavra: vida. Quer dizer, a falta dela, para ser mais exato. Neste cenário, o indivíduo pensa que está morto, ou que seus familiares já se foram. Há uma total desconexão com a realidade e o doente sente-se inexistente.

2Síndrome de Stendhal: essa é para os amantes de arte. O indivíduo com essa condição é atacado por sintomas como tontura, sudorese, alucinações e taquicardia ao entrar em contato com obras de arte ou centros históricos. Países europeus, especialmente a Itália, registram casos da condição todos os anos.

3Síndrome do sotaque estrangeiro: o distúrbio ocorre quando o indivíduo adota um sotaque de determinado local sem nunca ter o visitado. E o caso é tão sério que, em algumas situações, há o risco de a pessoa perder completamente o contato com a sua língua materna. É uma das síndromes mais raras do mundo, com cerca de 30 casos registrados, apenas.

4 – Síndrome de Estocolmo: muitos já devem ter ouvido falar dela. A síndrome de Estocolmo ocorre quando a pessoa raptada ou sequestrada desenvolve sentimentos de afeto pelo sequestrador. E, pasmem: um dos sentimentos pode, inclusive, ser o amor. O caso mais famoso da condição aconteceu na Suécia, em 1973, quando pessoas mantidas reféns defenderam os criminosos que os prenderam após serem libertados. É, daí, inclusive, a origem do nome da síndrome.

5 – Síndrome de Goumarnd – neste caso, a pessoa em questão não consegue consumir quaisquer alimentos que não sejam considerados finos ou chiques o suficiente. Além disso, há uma preocupação exacerbada quanto a preparação da comida e os ingredientes. E engana-se quem acha que a doença pode ser, na verdade, um capricho. Estudos revelam que a síndrome está diretamente ligada ao hemisfério direito do cérebro, que tem relação com os distúrbios alimentares.