Conheça as diferenças entre tumores malignos e benignos

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Primeiramente, é necessário esclarecer que todos os tumores são caracterizados como câncer, independente de eles serem benignos ou malignos. E eles são divididos em três categorias: agentes biológicos (vírus e bactérias); agentes físicos (radiações, tanto solar como de aparelhos eletrônicos); e agentes físicos (o mais conhecido é o cigarro).

Passado esse ponto, vamos à diferença entre maligno e benigno, que está, basicamente, ligada à aparência e à estrutura das células atacadas pelo tumor.

Enquanto os tumores benignos são constituídos por células semelhantes àquelas que os originaram e não provocam metástases, os tumores malignos são agressivos e podem se infiltrar em outros órgãos.

Nos tumores benignos, as células crescem vagarosamente e podem ser removidas completamente do paciente por meio de cirurgia. Já nos tumores malignos, as células têm a capacidade de multiplicar-se rapidamente e, a cura, nesse caso, depende de quão cedo a doença foi diagnosticada.

Dentre os principais tumores benignos, encontramos o de pele, intestinais, fibromas de mama, de órgãos ginecológicos e de próstata.  A maioria dos tumores benignos não se propagam, pois, como eles têm um desenvolvimento lento, podem ser facilmente detectados e combatidos. Pode-se dizer, também, que eles não possuem força para crescerem.

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Já os tumores malignos, que ocorrem, geralmente, na pele, mama, colo uterino, pulmão e próstata, gera o câncer. Eles se desenvolvem de forma rápida e são perigosos para o organismo. Os tumores malignos também têm a capacidade de invadir outros órgãos. Este processo é conhecido como metástase. O tratamento do câncer é feito com quimioterapia e radioterapia.

Multiplicação celular: a multiplicação celular é controlada pelos chamados oncogenes ativadores, que são responsáveis por regularem o crescimento e a morte da célula. No tumor benigno ocorre uma mutação na estrutura genética dos oncogenes, mas nada capaz de alterar bruscamente a regulação citada. Todavia, o mesmo não ocorre com os tumores malignos, que crescem sem controle por conta da alteração genética.

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