Quando procurar a emergência?

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As filas para atendimento em locais de urgência ou emergência são um “problema nacional”. A todo o momento os jornais exibem reportagens sobre o assunto na TV, mostrando como é sofrida a vida de um paciente que fica aguardando atendimento, seja em instituições privadas ou públicas.

E realmente é. Esperar, em qualquer situação, causa desconforto, principalmente se existir algum problema de saúde. A questão é que boa parte dos pacientes que procuram a emergência não precisam realmente desse tipo de atendimento, o que acaba prejudicando quem realmente necessita de assistência médica rápida.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Emergência (ABRAMEDE), 60% dos casos que chegam à emergência poderiam ser resolvidos em consultas de rotina.

Para tentar evitar as filas desnecessárias, neste inverno, a Clinipam orienta seus beneficiários a procurarem preferencialmente o atendimento nas Unidades Eletivas da Clinipam.

Os beneficiários podem ir a qualquer uma das unidades – Cabral, Pinheirinho, Boqueirão, Pinhais, São José dos Pinhais e Colombo, por exemplo – e procurarem pelo pronto atendimento em clínica médica. Neste caso, atendimento é por ordem chegada.  Isso, além de evitar horas de espera, dá mais segurança à saúde do cliente, ao evitar que ele tenha contato com doenças ou situações mais graves.

Quais são os casos de emergência e quais não são?

Casos de urgência e emergência

Os casos de emergência são aqueles em que existe ameaça à vida, lesão permanente ou sofrimento intenso, que exigem atendimento médico imediato. Exemplos são hemorragias, infartos ou paradas cardiorrespiratórias.

Já os casos com urgência são aqueles que requerem assistência rápida, como dores fortes e súbitas no peito e ferimentos decorridos de um acidente.

Casos que não são urgentes

Os casos de resfriados, infecções leves na garganta, febres, dores suaves na cabeça ou até vômitos (não frequentes) não precisam de atendimento na urgência. Basta fazer procurar o agendamento online, entrar em contato pelo telefone 3021-3001, ou o pronto atendimento nas demais unidades.

É importante, no entanto, ficar atento aos sintomas.  Se o quadro se intensificar, pode ser que seja necessária a ida até a emergência. Cabe ao paciente fazer essa análise.

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