Como se preparar psicologicamente para a chegada do bebê

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Recebeu a notícia de que o bebê está a caminho? Ótimo! Parabéns, futura mamãe e papai! Mas, passado o momento de euforia pela novidade, é hora de começar a planejar e a se preparar. E não estamos falando apenas de questões financeiras ou referentes aos cuidados com o bebê, mas do preparo psicológico que a nova responsabilidade exige.

Como você já sabe, a gravidez é um período de diversas mudanças hormonais e emocionais que influenciam diretamente no comportamento da gestante. Portanto, para se atentar a isso e absorver todas as informações necessárias para o novo papel que você assumirá em cerca de nove meses, é importante, primeiramente, iniciar o prénatal.

A importância do acompanhamento médico durante a gravidez

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Se você está lendo esta postagem, temos duas coisas para lhe dizer. A primeira delas é: parabéns! Pois estar aqui significa que ou você está esperando um bebê ou, provavelmente, está pensando em ter um. A segunda é: independentemente de qual for o seu caso, gravidez exige cuidado. E este é o assunto do post de hoje.

O acompanhamento médico durante a gestação chama-se prénatal e envolve uma série de exames e orientações para que tanto a mãe como o bebê mantenham suas saúdes intactas durante todo o processo. É recomendado que o acompanhamento tenha início logo que a gravidez for confirmada ou antes de completar três meses. Desta forma, complicações e males são evitados.

Dicas para quem quer ter o primeiro bebê

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Chegou a hora. Vocês estão prontos para dar o próximo passo e dar boas vindas a um novo membro na família. Mas ter um bebê, ao mesmo tempo em que é um dos momentos mais felizes da vida, também é um dos mais assustadores. Afinal, tudo é novidade. Portanto, se você está feliz e assustado por ter decidido que o momento do bebê chegar está aqui, nós separamos algumas dicas para lhe ajudar.

A primeira delas é sobre a área financeira. Planeje tudo antes de o bebê chegar. Plano de saúde, móveis e outros detalhes. Tudo deve ser pensado para caber no orçamento. Do contrário, você pode acabar precisando de algo de última hora e perceber que não tem os recursos necessários.

A idade certa para engravidar

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Engravidar com qualidade”. Já ouviu essa expressão? Ela está relacionada à medidas e cuidados necessários que devem ser tomados antes e durante o processo de gestação. Porém, ela também está ligada a outro fator. Este, um pouco menos conhecido: a idade.

É isso mesmo. A idade também influencia, e muito, na gravidez. É o que explica o ginecologista e obstetra Heron Werner, da Clínica de Diagnóstico por Imagem, em entrevista à Gnt, da Globo. Segundo ele, o período ideal para a mulher engravidar é entre os 20 e 30 anos. Isso porque, nessa fase a produção de óvulos se encontra em um bom ritmo e o risco de complicações é menor.

Dúvidas sobre corrimento durante a gravidez

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A gravidez é um dos momentos mais esperados por casais em toda a parte. Especialmente pelas mulheres. É um momento de celebração em que mais um membro entra para a família. No entanto, nem tudo são flores. Alguns problemas podem ocorrer durante a gestação. Alguns deles, perfeitamente normais. É o caso das secreções vaginais, assunto do nosso post de hoje.

Devido as várias alterações hormonais durante a gravidez, é normal que ocorra o tão temido corrimento, também conhecido como leucorreia, que nada é mais do que um muco de aspecto leitoso e sem cheiro. Ele é causado pelo aumento do fluxo de sangue na área da vagina.

Dicas de primeiros socorros para crianças

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Crianças têm o incrível dom de surpreender, não é mesmo? É incrível vê-las se desenvolver e explorar o mundo que as cerca. Porém, elas nem sempre fazem isso de forma segura e podem acabar se machucando durante o processo. Para ajudar nisso, nós separamos algumas dicas que vão lhe ajudar e mostrar o que fazer em situações mais críticas com os pequenos.

Quedas: neste caso, tudo vai depender da altura e em que local a criança caiu. Se seu filho (a) caiu de uma altura de mais de 1,5 metros, leve-o (a) ao hospital, mesmo que, aparentemente, nada de grave tenha acontecido. Se for um bebê, é recomendável que ele seja levado ao hospital de qualquer maneira, independentemente da altura. A queda ainda pode causar palidez, vômito, choro, voz e comportamento diferente do normal.

Planejando a gravidez

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A gravidez é um dos momentos mais aguardados por casais de todo o mundo. É o momento de se preparar para receber mais um membro na família e aproveitar toda a alegria e empolgação que ele proporcionará antes mesmo de nascer. Mas, para tanto, é preciso se atentar a algumas dicas e cuidados que farão toda a diferença durante a gestação.

Nos primeiros três meses de gravidez, evite álcool. Completamente. É possível voltar a beber, com moderação, entretanto, após esses três meses. Lembre-se apenas de que tudo o que você consome é repartido com o bebê. Portanto, seja responsável. Cigarros, por outro lado, estão completamente fora de questão, pois afetam o bebê em todas as fases da gravidez, podendo causar complicações sérias. E, durante esses primeiros três meses, evite, além disso, quaisquer substâncias químicas na corrente sanguínea, como tintura para cabelos, por exemplo.

A grávida pode comer e beber durante o trabalho de parto?

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De 8 a 12 horas. Este é, em média, o tempo que o trabalho de parto pode levar caso a mulher esteja dando à luz ao primeiro filho. E, apesar de a segunda ou terceira vez serem um pouco mais rápidas, o processo ainda é longo. Longo o suficiente para que as mulheres sintam cansaço, fome e sede durante o procedimento. E, neste ponto, surge uma dúvida recorrente ao longo da gravidez: é possível consumir alimentos e bebidas durante o trabalho de parto?

A resposta é sim, mas não em todos os casos. Antigamente, os médicos recomendavam o jejum completo e, durante o trabalho de parto, as mulheres recebiam apenas nutrientes como glicose e potássio por meio de soro. No entanto, esta prática impedia que as grávidas pudessem desenvolver energia suficiente para receber visitas, caminhar ou até tomar um banho, para relaxar durante o processo.

Além disso, a falta de alimentação interfere na movimentação do bebê e, inclusive, pode confundir o resultado da cardiotocografia, que é o exame que mede o desempenho e os batimentos cardíacos do feto, explica o obstetra Walter Banduk, do Hospital São Camilo (SP), em entrevista à revista Crescer, da Globo.

Todavia, em caso de cesárea eletiva (agendada previamente), ainda é recomendado que a gestante permaneça em jejum ou se alimente apenas com líquidos por 12 horas. Isso porque, como haverá uma cirurgia, a alimentação oferece riscos à aplicação da anestesia. Neste caso, ao receber o medicamento, a grávida pode ter queda de pressão, náusea e vômitos.

No parto normal, por outro lado, é possível se alimentar, mas apenas com bebidas e comidas leves e de fácil digestão. A recomendação é que as gestantes optem por alimentos ricos em carboidratos, como pães, sopas e frutas. Quanto as bebidas, água e sucos naturais são a escolha certa.

Cada médico, entretanto, possui dicas específicas sobre o assunto. E há quem prefira o jejum total. Portanto, discuta o assunto com seu obstetra.