“Em momento algum pensei em desistir”, diz paciente que venceu o câncer de mama

cancer-de-mama-pacienteIngrid Cassiene Klass, 29, nunca teve em sua família um caso de câncer. Quando um pequeno nódulo benigno apareceu em seu seio aos 24 anos de idade, jamais imaginou que pudesse se tratar de um câncer de mama.

Depois de dois anos de exames e acompanhamento médico, o nódulo que Ingrid descobriu ao se coçar depois que adquiriu uma alergia transformou sua vida ao se revelar maligno.

De casamento marcado, cheia de sonhos e planos, a professora e psicopedagoga se descobriu desesperada. Mas foi no amparo do noivo, amigos, família e no amor pela vida que encontrou forças para lutar contra o câncer.

Conheça as diferenças entre tumores malignos e benignos

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Primeiramente, é necessário esclarecer que todos os tumores são caracterizados como câncer, independente de eles serem benignos ou malignos. E eles são divididos em três categorias: agentes biológicos (vírus e bactérias); agentes físicos (radiações, tanto solar como de aparelhos eletrônicos); e agentes físicos (o mais conhecido é o cigarro).

Passado esse ponto, vamos à diferença entre maligno e benigno, que está, basicamente, ligada à aparência e à estrutura das células atacadas pelo tumor.

Enquanto os tumores benignos são constituídos por células semelhantes àquelas que os originaram e não provocam metástases, os tumores malignos são agressivos e podem se infiltrar em outros órgãos.

Pesquisa revela que tomar aspirina reduz risco de câncer

aspirinasUm estudo publicado na revista cientifica “Annals of Oncology” mostra que ingerir doses de aspirina diariamente pode reduzir riscos de três tipos de câncer: intestino, esôfago e estomago.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores revisaram diversos artigos científicos sobre o tema, publicados nos últimos anos. Quem toma aspirina diariamente pode reduzir em 35% o câncer no intestino, por exemplo, e 40% o risco de morte pela doença.

Alerta: mortes por obesidade triplicam no Brasil

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De acordo com dados do Estadão Dados, que se baseou em números do Datasus, as mortes devido à obesidade triplicaram no Brasil em dez anos. Em 2011, o número chegou à marca de 2.930, o que representa um crescimento de 196% se comparado ao ano de 2001, quando foram registradas 801 mortes.

A pesquisa leva em conta todas as mortes relacionadas direta ou indiretamente à obesidade. Ou seja, males que provém do sobrepeso, como diabetes e câncer, por exemplo, também foram considerados, porém, só fizeram parte do estudo quando atestado que a obesidade gerou as doenças.

Entenda o que é o câncer de próstata

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Localizada na parte baixa do abdômen, abaixo da bexiga e à frente do reto, a próstata é uma glândula pequena, em formato de maça, que apenas os homens possuem. A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada.

A origem do câncer na região ainda é desconhecida, mas estipula-se que suas causas possam estar ligadas a alguns fatores: genético, hormonal, dieta e ambiental. No primeiro caso, a presença de câncer de próstata em parentes do primeiro grau aumenta a probabilidade de diagnóstico desse câncer em 18%. Em relação às dietas, alimentações repletas de gorduras criam uma disposição à doença.

Dia Mundial da Luta contra o Câncer

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De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer é a segunda causa de morte mais incidente no Brasil, ficando apenas atrás de doenças do coração. Para que população e autoridades atentem-se a este mal, portanto, foi instituído em 2005, pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), o Dia Mundial da Luta contra o Câncer no dia 4 de fevereiro.

A data tem como objetivo demonstrar que ser diagnosticado com câncer não significa, de forma alguma, o fim. Aliás, muito pelo contrário. Apesar deste mal ter crescido de forma alarmante por todo o mundo, atingindo 12,7 milhões de pessoas por ano, medidas e estratégias de tratamento e prevenção tem sido desenvolvidas e se mostrado cada vez mais eficazes no combate a esta doença que, atualmente, provoca cerca de oito milhões de mortes por ano.